É mais ou menos assim que eu penso:

Antes de mais nada, entendo que Jesus é o sumo pastor e como tal, autoridade única e máxima sobre tudo o que se denomina Igreja na Terra, portanto, devemos obedecer sempre e exclusivamente a Ele.

Sei também que a graça é verdadeiramente de graça e que nada que façamos poderá impedi-la ou desencadeá-la, pois ela é o favor de Deus, que nenhum ser humano merece ou sobre o qual poderia dominar.

Igualmente, acredito que a Igreja não é um prédio, tampouco se resume a um grupo de pessoas dentro de um. Se o termo igreja significa “os chamados para fora”, então um grupo de pessoas “dentro” de um lugar pode ser qualquer coisa, menos Igreja.

Finalmente, desafio cada um de vocês a não aceitarem nada aquém do que a plenitude do plano de Deus para suas vidas.
É importantíssimo que cada parte do Corpo tome o lugar para o qual foi predestinado, afim de que o Plano Soberano de Deus para nossa geração seja efetuado cabalmente.
Se deixarmos de vivenciar a nossa livre individualidade em Cristo, em troca da pobre aceitação convencional, estaremos abortando um belíssimo e original sonho de Deus.

Devemos confiar que o Pai é plenamente capaz de transformar as amargas situações da vida, os desertos e os vales da sombra da morte em fontes de avivamento, transformação e de transmissão do Reino de Deus à humanidade.

Que cada um de nós seja capaz de tomar sua cruz, negar-se a si mesmo e seguir sua jornada pessoal trilhando as pegadas do Messias.


Extraído do meu livro "O Diário de um Inconformado", que um dia vou lançar!! Deus é quem sabe... 

Shalon! 

Feliz 2009!!!

Liberdade X Santidade

Uma virtude pela qual os povos têm lutado e derramado sangue, certamente possui um valor inestimável para o ser humano. Deveríamos, contudo, nos perguntar sinceramente: o que é a liberdade? liberdade de quê? liberdade pra quê?

Atualmente, muito se fala em liberdade de expressão, de culto, liberdade sexual... acho que alguns usam esses termos como uma tentativa retórica de justificar as perversões das quais são escravos. Escravos de ideais que herdaram, de ídolos que adoram e da “opção” sexual que adotaram.

Escravos, empurrando uma roda de moinho! Estão sempre em movimento, mas não chegam a lugar algum e só o que ganham é cansaço e fadiga nos corações.

O único meio de se chegar à Liberdade é o conhecimento da Verdade, e só se chega a Verdade quando se decide tomar a pílula vermelha de Morpheus. Neste momento, toda a rede de sofismas ideológicos, teológicos e filosóficos rui, descortinando a Verdade oculta por trás do sistema do engano.

É a partir daí, então, que uma loucura se instala no coração do ser humano, a Santidade. Quando se concebe a Liberdade, a pessoa passa a se sujeitar espontânea, plena e exclusivamente ao projeto da pregação da Verdade que lhe libertou.

Um paradoxo impressionante! Passamos a ser livres de fato, mas nos impomos a uma sujeição servil, como espécie de escravos de um amor incondicional, nunca ignorantes, mas cheios de certeza de haver encontrado a Liberdade, nos entregamos de corpo e alma à Santidade. 


Só pra lembrar, próxima sexta estaremos em Canoas no Stúdio Rock Bar...