Mano me desculpa a forma clara de me expressar mas te conheço e admiro teu trabalho desde quando começou na IEQ SEDE, mas creio que a cada dia que passa vc tem perdido mais que ganho, e como fica a vida abundante de yeshua, que tal para e pensar um pouco?

Sem dúvida, o que para mim era lucro, reputei por perda. É tudo uma questão de perspectiva... to noutra, irmão! Mudei de ramo, saí do negócio comum, entrei em nova dimensão de riqueza e ganhos.
Portanto, o passado agora fica como uma história que contribuiu para que chegasse até aqui, na certeza de que o Senhor continua sendo o meu tesouro escondido, pelo qual vendi todas as outras coisas, adquirindo Seu Campo.

Hoje, mesmo sendo pobre na visão de alguns, tenho um tesouro oculto dentro de mim. É difícil entender mesmo, compreendo a dificuldade de todos os que não compreendem minhas ações, mas agora, não tem volta!

Cada um fica com que lhe agrada e satisfaz... eu fico com Jesus, o primeiro a abrir mão dos ganhos pela vontade do Pai!

rafa

Pergunta que a gente responde

Na sua opinião, por que o "mercado musical cristão" praticamente inexiste no Rio Grande do Sul???

Tenho certeza que é por causa da propaganda! Aqui, a gente sente que o que vem lá de cima é melhor, por causa da exposição maciça que eles possuem, tocam em todas as rádios, em programas de TV, são anunciados como as grandes atrações da música gospel nacional - parecem até mais crentes, inclusive.

Enquanto isso, os correligionários daqui são somente as bandas locais. Pagam pra tocar em alguns dos poucos eventos que se fazem, quase não conseguem acesso às rádios e na TV, então, nem se fala.

Ou a gente tenta entrar pro time deles (eu to orando), ou se conforma em continuar pagando pra tocar, tendo que fazer várias outras coisas para sobreviver.

Daí, mano, fica complicado, porque estamos todos quase morrendo de inanição de esperança, não temos acesso aos recursos tecnológicos, não temos os mesmos instrumentos e, então, quando se ouve um som gravado por uma banda do eixo Rio - SP - MG e um daqui, percebe-se a diferença. Daí, se diz: "puxa, eles são muito melhores!".

Claro, alguém investiu milhares e milhares de reais naquilo, é óbvio que é melhor.

A situação fica ainda pior, quando por falta de condições de continuar sonhando, o músico crente resolve fazer algo inovador e, então, as maravilhosas e amáveis mentes pastorais bradam as palavrinhas mágicas: rebelde, maldição, feitiçaria, músico é tudo igual, não gostam de trabalhar...

Assim é ruim! Numa reunião com alguns pastores amigos propus uma nova "revolução farroupilha", fechando as fronteiras pros ministérios e bandas de fora, fiz um apelo pelo fortalecimento das bandas locais. (mas todos acharam que eu estava ficando louco e riram abundantemente - nem era piada - e sei que neste momento você que está lendo isso também deve estar rindo também).

Mas eu aprendi a sorrir no meio da dificuldade... paz, sempre!! Na esperança de algum dia assinar um contrato com algum selo grande, fazer implante de cabelos e ter uma franja Emo.

rafa

Pergunta que a gente responde

Matéria no G++

Jesus no Bar: movimento de bandas cristãs realiza cultos em um bar de Porto Alegre (RS)

Já faz cerca de seis meses que alguns irmãos de Porto Alegre e região começaram a se reunir para conversar sobre uma forma de intervir de maneira contundente na sociedade com o Evangelho, atingindo, sobretudo as tribos emergentes urbanas.

A partir das primeiras reuniões, surgiu a nomenclatura MUC – Movimento Underground Cristão – que previa a realização de eventos em que bandas cristãs pudessem interagir com bandas seculares, visando criar uma aproximação da galera pelo gosto comum, a música.

Os primeiros eventos foram realizados e atingiram seus objetivos, ou seja, um vínculo de amizade foi criado entre o MUC e o BIL – Bandas Independentes Locais – um movimento consolidado e que visa fortalecer o cenário das bandas independentes do Rio Grande do Sul, realizando diversos shows, e lançando 3 CDs de coletâneas em seus 5 anos de existência.

Num dos shows, realizado no Entrebar, casa conhecidíssima por abrigar e dar palco para bandas independentes sem custo, um dos participantes do movimento sentiu que deveria iniciar uma reunião ali, em que houvesse objetivamente a pregação do Evangelho, em um momento devocional e de oração, no qual as pessoas pudessem ter contato com nosso Jesus.

Na mesma noite, agendou com os donos da casa e na semana seguinte, deu-se início a

o Culto no Bar, com a presença de vários irmãos e muitos convidados, inclusive os próprios donos do Entrebar, que têm participado sempre que têm tempo para isso, visto que estão no ambiente de trabalho deles.

Inicialmente, as reuniões não tinham data fixa e com o tempo, vimos a necessidade de estabelecer um dia de cada semana para estar compartilhando com as pessoas, pois ali estava se tornando o ponto de encontro de muitos com Jesus, os quais não participavam de nenhuma igreja. O bar onde elas já iam para se divertir, para buscar conforto com seus amigos, tomar sua cerveja e ouvir sua música, agora, está se tornando um lugar de encontro com u

ma nova vida, numa nova espiritualidade, envolvendo um relacionamento direto com a pessoa de Jesus, sem escalas.

Com a experiência do Entrebar, temos sentido o desejo do coração de Jesus em relacionar-se diretamente com as pessoas e, além disso, nos tem sido revelado que as muitas instâncias criadas pela religião, têm roubado essa acessibilidade ao Senhor. Todos os dogmas e sacramentos humanamente estabelecidos acabaram se tornando grandes empecilhos para que um indivíduo pudesse participar da comunhão com o Corpo de Cristo” – diz Pastor Rafael, que faz parte do movimento.

No bar, a última coisa que as pessoas pensam em encontrar é algo que as religue a Deu

s. Contudo, o bar é a religião de uma infinidade de pessoas que encontram sentido para sua vida numa bebida, num baseado, numa música de sua banda favorita, num companheiro casual para o sexo ou num simples bate papo entre amigos. Indo até lá, mudamos o conceito teológico enganoso que condena como profano o ambiente. Assim, o santificamos, introduzindo a mensagem e a vida de Cristo em um lugar que aquelas pessoas já gostam de frequentar” – conclui.

Talvez a principal marca do Culto no Bar seja o total desprendimento que o movimento tem com o desejo de estabelecer um trilho regulador para a vida das pessoas que tem participado e se agregado à reunião. O simples fato de estar juntos e tirar um tempo para que Jesus participe daquele momento é a total diferença nessa experiência. Não existe ali a ambição de se fundar uma nova igreja, pelo contrário, a própria reunião é uma manifestação natural da Igreja. Parece vanguardista, mas é simplesmente uma face diferente de algo que tem se repetido em cada geração desde 2000 anos até agora.

Não é a captura de pessoas para a adesão ao movimento, é a própria Igreja em movimento no rumo das vidas onde elas estão vivendo.

Veja fotos das reuniões do Culto no Bar:


Musica Gospel