Rap do Amadão (ao mano Fariseu)


Amado ou amadão, bênção ou maldição, se é vaso ou se é varão, se é Lucas ou se é João, Michele, Cibele ou Rafão...

O que importa é o coração, pois é dele que procede a raiz dessa questão.

Mas quem poderá medir o que lá dentro tem, se a fonte que brota é de mal ou de bem? Se o profeta é poeta, mas critica também, por que não se respeita a reflexão desse alguém?

Quem mediu oceanos com a palma da mão também mede o intento de cada coração. Confiamos que No Dia, receberemos perdão!

Pois o bom e o mau sob o olhar dos humanos e tão superficial que se tem por insano o ser celestial, enviado por Deus. Apedrejam o tal, como fosse blasfemo, mas passando o tempo, todo zelo assassino, ergue logo um templo onde canta um hino em memória do herege que, outrora odiado, passa a ser fundamento para um novo legado desse ente maldito que por nós é chamado...

Religiosidade, a “teofania” do “Cão”!

- Que se importa com quem está longe, mas pro de perto não dá um tostão; que chora pela humanidade, mas odeia o seu irmão; puxa o saco do político pra ganhar subvenção; ergue as mãos e louva um hino, simulando adoração. Fariseu mentiroso se justifica na oração, usa a Bíblia a seu favor, defendendo sua ação, pede a Deus o seu amor, mas tem sangue em suas mãos. Injustiça e impiedade, Deus visita lá do céu, com sua ira e Verdade manda fogo pra queimar toda obra da maldade travestida de piedade, na mais pura leviandade e astúcia dessa raça que mudou sua Verdade em sofisma enganador.

mano rafa

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