Esboço para a reunião


“A religião pura e sem mácula aos olhos de Deus e nosso Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições, e conservar-se puro da corrupção deste mundo”.

Tiago 1:27

1) Visitar órfãos e viúvas - Dar assistência aos necessitados sempre foi uma prática usual na vida comum da Igreja. Cuidar das viúvas era uma orientação apostólica convencional e parte das coletas que se fazia nas comunidades, eram direcionadas a essa classe de pessoas desamparadas.

2) Mais do que uma regra, um desejo de um coração novo - Olhar para o próximo é uma atitude que rompe com o ciclo do egoísmo que envolve o ser humano, sobretudo nos dias atuais.

Jesus nos mostrou que o caminho do amor ao próximo deve ir além das palavras e invade a dimensão da atitude. Em Lucas 10:25-37, ele responde a um Doutor da Lei e lhe faz enxergar além das letras, dizendo: “o que está escrito na Lei? Como lês?”

Muitos lêem e não entendem, compreendem com a mente, mas não são motivados à ação, porque a Lei não lhes adentra ao coração.

3) Conservar-se puro da corrupção – Corrupção é:

a) deterioração, decomposição física, orgânica de algo ou putrefação;

b) modificação, adulteração das características originais de algo;

c) no sentido figurado pode significar degradação dos valores morais, hábitos ou costumes.

A essência de Cristo é o amor e a representação do amor está em se fazer o bem! Portanto, para nós cristãos, corrupção significa perder nossa essência, sairmos do estado a que fomos chamados a viver.

Todos que recebemos a Cristo, recebemos também seu Espírito, o qual frutifica dentro de nós, conforme Gálatas 5:22-25, que é o antídoto da vida saturada pelas obras da carne (Gl. 5:19-21).

Se notarmos bem, este texto nada mais é, do que uma versão estendida do grande mandamento, pelo qual somos chamados a amar a Deus e ao próximo.

Quem ama a Deus, separa-se a Ele, abstendo-se da corrupção e quem ama ao próximo, o serve.

É aí que observamos o grande desafio de nossos dias, sobre os quais Jesus já havia predito em Mateus 24:12: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará”.

Rafael

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