A loucura é relativa




A "relatividade" estabelece novas visões e muda de acordo com a posição do observador. Ter novas perspectivas, inclusive espirituais e bíblicas significa obter novos prismas sobre a vida. Não deixa de ser uma lógica, contudo, uma lógica que pode ser considerada herética, do ponto de vista da "instituição racional". Então, ser chamados de loucos e fanáticos por causa de uma revelação do céu é um fato corriqueiro pra quem simplesmente crê no inacreditável e explica o inexplicável.


Loucos para o mundo ou sábios para Deus? De que lado estamos? 


Pensemos!


rafa - reparadores

Sintonia fina



Indecifrável, bonito, insofismável é o vínculo de toda perfeição.
A invisível semente, indisponível ao coração que se fechou.

Será que um dia voltarei a ver e os meus olhos vão reascender
Na sintonia fina entre eu e você?

Toda beleza do mundo encontrou cores mais vivas 
depois que eu te vi.

Nem o passado, o futuro nem o tesouro mais caro
O meu maior presente é você.

Espero um dia voltar a sentir. Meu coração anseia redescobrir
A sintonia fina entre eu e você!

Liberdade!



Quem é o dono de sua razão? A capacidade individual de pensar, refletir, formar opiniões faz de cada pessoa um universo.
Cada ser humano deve sair em busca de sua jornada, raciocinar por si mesmo e formar os seus conceitos.
Entendo que toda motivação tem em sua base uma razão! Se alguém é motivado por algo irrefletido, é néscio e vai tomar tombos na vida.

Contudo, defendo e busco sempre provocar as pessoas a utilizar sua liberdade e individualidade do pensar.
Este é um tempo propício para isto: Liberdade!

Se a princesa Isabel promulgou a "Lei do Ventre Livre" (que tornava livres os filhos dos escravos) pouco antes da Lei Áurea, creio que devemos proclamar a "Lei da Mente Livre" (dando asas aos pensamentos), até que sejamos inteiramente livres.

É necessário que aconteça algo lá dentro de cada pessoa, antes de sair pra fora e manifestar-se ao mundo.

Homenageando a terra que hoje vivo: "Libertas Quæ Sera Tamen".

Rafa

Quem tem ouvidos, ouça!



Inclinai os ouvidos, e ouvi a minha voz; atendei bem e ouvi o meu discurso” (Isaías 28:23).

Em diversas oportunidades, o Senhor Jesus advertiu seus espectadores, terminando suas pregações e ensinos, dizendo: “quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Afinal, quem é que não tem ouvidos para ouvir?

Uma das respostas bíblicas a esta pergunta está no Salmo 115: “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam”. Salmos 115:4-8

Este Salmo fazia parte da liturgia do Grande Halel (fragmento da palavra Hallelujah, que significa Louvado seja o Senhor) e era cantado nas sinagogas, na celebração da Páscoa judaica.
De fato, havia determinadas “rezas” que deveriam ser repetidas pelos judeus, afim de que fossem fixadas (inculcadas) na mente de todos, para que princípios fundamentais de sua fé não fossem perdidos. Isto é o que chamamos de tradição, ou seja, uma transmissão de valores que deveriam ser cultivados para que as novas gerações não incorressem em erros antigos.
Hoje, vivemos num tempo em que o mundo não dá ouvido a nada que não lhe interesse. Qualquer assunto que não seja atraente é simplesmente descartado, da mesma maneira que se deleta um spam da caixa de e-mails.

Todos querem ouvir apenas o que lhes satisfaz! Se uma mensagem, um livro, uma canção, uma história não vier de encontro com as expectativas da audiência, então, pode estar certo de que será lançada na lixeira de seu HD mental.
Este é o resultado de um mundo que prioriza o belo, o visualmente agradável e não se preocupa com o conteúdo e os resultados produzidos pelas coisas que consome. Desta forma, temos sido enganados pela beleza exterior, da mesma maneira que Eva, vendo que “aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento” (Gênesis 3:6).
Assim como Eva caiu na cilada, temos caído, geração após geração, quando não damos a importância devida às profecias e ensinamentos que recebemos do Mestre.

Voltando ao Salmo 115, podemos ver que o mesmo trata da tão malfada idolatria. Adorar ídolos sempre foi proibido em Israel e seus códigos e regras morais e religiosas tratavam do assunto de forma contundente e bem clara.
Então, por que o povo continuava caindo em tal transgressão?
A resposta está clara no próprio texto, quando diz: “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens”.
Prata e ouro simbolizam riquezas e obra das mãos simbolizam seu próprio trabalho. Ou seja, os ídolos sempre estiveram relacionados com as riquezas, com o bem estar, com a angariação de bens de consumo, de terras, propriedades. Todo aquele que alcança certa quantidade de bens neste mundo é, essencialmente, orgulhoso de suas próprias conquistas (salvo raras exceções).

O dinheiro é e sempre foi o maior ídolo da história da humanidade.
Contudo, dinheiro não fala, não vê, não anda e não ouve! Dinheiro não ama, não é pessoal, não cura, não acaricia e não pode corresponder a anseios essenciais da alma, que estão relacionados à eternidade. Dinheiro pode pagar as contas e trazer tranqüilidade, pode contratar um médico e trazer um tratamento de saúde melhor, pode trazer conforto, prazeres, diversões, gostos e sabores, mas tudo isso não passa de sensações momentâneas, finitas. Dinheiro é como o aroma de um bom perfume, o qual sentimos num instante, mas logo ele vai embora e nos esquecemos dele.

Ídolos são baseados em expectativas terrenas e passageiras e, como tal, produzem valores terrenos e passageiros. Quando damos “ouvidos” a esses ídolos, nos tornamos insensíveis ao profético e perdemos a compreensão do eterno. Passamos a viver, sentir e ouvir somente acerca da dimensão com a qual decidimos nos relacionar.
Adorar um ídolo significa aceitar seu modo de vida, submeter seu comportamento e seus caminhos a ele. Assim é com Deus, Pai de Jesus Cristo, a quem seguimos e adoramos. Ele próprio, o Filho, respondeu à tentação de Satanás, quando convidado a adorá-lo no auge de sua glória, com todos os reinos do mundo aos seus pés, dizendo: “Vai-te para trás de mim, Satanás; porque está escrito: Adorarás o SENHOR teu Deus, e só a ele servirás” (Lucas 4:8).

Adorar também significa servir! Se adoramos a Deus, servimos a Deus e à sua Palavra, se adoramos as riquezas, servimos ao dinheiro e seus apelos comerciais. Amar um significa odiar o outro, não se iluda, pois não podemos servir a dois senhores.

Onde reclinar a cabeça?



E, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei. E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mateus 8:19-20).

Muitas pessoas se aproximam de Jesus! O Mestre é bom, agradável, suas palavras são poderosas e trazem alento aos cansados e desesperançados. Sua voz é firme, ecoa dentro dos corações e traz direção ao perdido, fazendo com que sinta a segurança de estar dentro de um projeto lindo, indefectível e sem possibilidade de erros.
Contudo, a caminhada com Cristo não é um conto de fadas!

Ao ouvir a voz do Senhor ninguém ficava indiferente. Corações estremeciam, respirações ofegavam, olhos se arregalavam, uns achavam que se tratava de um poderoso falso mestre e um contundente enganador, já outros, pensavam ser um homem enviado por Deus.
Fariseus, escribas, sacerdotes e o povo leigo em geral ficavam atônitos e não conseguiam estar unânimes quanto aquele homem, mas todos sabiam que se tratava de alguém extraordinário.
Assim é ainda nos dias de hoje, quando nos deparamos com sua Palavra. Seu Espírito está derramado entre nós, através de ministros, de pregadores, de profetas e pastores que foram ungidos para este tempo e muitos de nós ficamos sem saber bem o que fazer com a palavra que atravessou o nosso coração, em dado momento de nossas vidas.

O Escriba do versículo acima, logo se abriu diante do Senhor, entregando-se completamente ao seu comando. Ele disse: “por onde fores, te seguirei”. Ao contrário do que vemos Jesus fazendo em outras oportunidades, quando simplesmente dizia: “vem e me segue”, neste caso, Ele prefere advertir a pessoa, dizendo que “raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”.
Qual a diferença?

O fato de ser um escriba, alguém que fazia parte de uma instituição sólida que proporcionava um status aos seus participantes, que dava oportunidades de ascensão social, enfim, um grupo que lhes legava uma série de benefícios através da exploração de sua religião.
Jesus tinha a obrigação de dizer àquela pessoa que ao decidir segui-lo, veria muitos (de seu próprio grupo) virando as costas para si, seria perseguido, abandonado, xingado, não teria mais o apoio financeiro de sua denominação, não teria mais acesso aos irmãos de posses, pois os mesmos, agora, seriam impedidos de apoiá-lo, por ser um rebelde, enfim, estaria sozinho.
Acredite. Seguir a Jesus significa, em muitos momentos de nossa jornada de discipulado, estar completamente desamparado e sozinho. Quando fazemos parte de alguma instituição já estabelecida, que possui um orçamento, rádios, canais de TV, templos espalhados por várias cidades do país e até fora dele, as coisas ficam muito mais fáceis.
Quando se é um cantor e tem uma gravadora, tudo fica mais fácil. Quando se é um missionário, um pastor, um pregador e tem o suporte de uma denominação, suas possibilidades são enormes, agora, quando você abandona isso tudo pra seguir a Jesus, então, você não terá mais um covil para se aquecer junto com as outras raposas, nem um ninho onde pousar após seus confortáveis vôos missionários programados com datas de ida e de volta.
Jesus advertiu o Escriba, dizendo você está disposto a abandonar tudo isso pra me seguir?

É o mesmo que Ele diz pra todos nós que fomos acostumados a cumprir os chamados com o suporte de denominações, com salários em dia, auxilio gasolina, moradia e plano de saúde que para segui-lo.
Na verdade, temos que estar dispostos a abrir mão disso tudo, pois esse é um risco verdadeiro.

O consolo fica no fato de que, não tendo um lugar onde reclinar nossas cabeças, reclinamos no ombro do Mestre, chorando nossas angústias, perseguições, faltas e fraquezas em sua presença.

Confiamos em Ti, Senhor, sempre!

Apóstolo poeta!



Viajei pra terra do Messias, mas Ele não estava lá.
Quando cheguei, vi na placa que ressuscitou.
Por que será que fui lá procurar?

Foi ali que aderi à visão que multiplica.
Que mudou minha mente franciscana
em uma mente mais rica.
Na cidade que tem Juros Além,
a prosperidade está sempre garantida.

Sei que as almas que ganhei não sofreram mudanças,
mas cresci, dominei, até a mídia e a
atenção do mundo eu ganhei,
mas não gerei filhos pra Deus.

Minha ação não transformou, nem vida produziu,
o mundo ao meu redor não mudou,
até o político que elegi, caiu.

Eu fiz prosélitos, não filhos, eu fiz escravos, não livres.
Minha bandeira não foi o amor,
foi o carvão que movimenta a máquina à vapor.
Jesus não foi meu Senhor,
o prédio surdo, mudo, cego e coxo,
esse sim, foi quem me motivou.

Me tornei igual a ele, cresci, ganhei o mundo, perdi a vida. 
Vendi a alma por um prato de comida.
Troquei maná por guisado de lentinha,
perdi a herança, gastei a esperança
e o avivamento ficou só na lembrança.

Junto aos hinos de amor que hoje já não se cantam,
estão os livros que ensinam sem que ninguém aprenda.  
Narrando histórias sem que haja alguém que entenda.
Ainda assim, diante de uma reforma,
sempre tem alguém que remenda.

O Pai quis me chamar de filho
e o Filho quis me chamar de amigo,
mas preferi um outro título, algo mais forte, mais altivo,
que me deu mais destaque e poder sobre outros.

Uns me chamaram de apóstolo, outros de bispo.
Ser pastor não é mais um bom artigo.
Dar a vida ao invés de ser servido?

Prefiro o banquete com o rei do que
uma cruz ao lado do bandido.
Foi Jesus quem deu isso pra mim, sendo pobre em meu lugar!
Pois eu quis e escutei, que o melhor desta terra eu comerei.
Não sou dono deste mundo, mas sou filho do Rei.
Aleluia, Amém! 

Under pressure - Queen e Bowie (tradução)



Sob Pressão

Pressão, me derrubando com um empurrão
Pressionando você, nenhuma pessoa pede isso
Sob pressão - que incendeia um edifício inteiro
Divide uma família em duas
Coloca pessoas nas ruas

Tudo bem!
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo.
Observando alguns bons amigos
Gritando 'Deixe-me sair!'
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado.
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas

O.k.
Dando pontapés por aí -
Chuto meu cérebro pelo chão
Estes são os dias em que nunca chove mas transborda

Pessoas nas ruas
Dee da dee dia da
Pessoas nas ruas
Dee da dee da dee da dee da

É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando "Deixe-me sair!"
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas
Afastei-me disto tudo como um homem cego
Sentei num muro mas isso não funciona
Continuo fornecendo amor
mas ele está tão cortado e despedaçado

Porque - porque - por quê?
Amor amor amor amor amor

A insanidade sorri, sob pressão estamos pirando
Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance
Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?
Por que não podemos dar amor...
Dar amor, dar amor, dar amor, dar amor...
Pois o amor é uma palavra tão fora de moda
E o amor te desafia a se importar com
As pessoas no limite da noite,
E o amor desafia você a mudar nosso modo de
Nos preocupar com nós mesmos
Esta é nossa última dança
Esta é nossa última dança
Isto somos nós mesmos
Sob pressão
Sob pressão
Pressão

Mensagem em vídeo

Falácias na igreja



Interpretar o que se vê, o que se lê, o que se sente são desafios grandiosos!
Acredito que ao darmos um pequeno passo adiante nas interpretações pode nos impulsionar para além dos próprios umbigos.
Enxergar o mundo da perspectiva coletiva, adquirindo uma macro visão das coisas e seus sistemas nos conduz a uma compreensão um tanto mais abrangente e podem nos levar a entender melhor a batalha que vivemos.
Embora a corrente de pensamento desta era, que visa fazer com que cada pessoa se sinta única, especial e exclusiva, seja tão forte e convincente, o fato é que somos partes de um todo.
Somos tijolos da construção de uma história, somos um grupo (concordemos com ele ou não), estamos todos inseridos em algo maior do que nós mesmos, sobretudo, no campo das idéias!
Cada um de nós (observadores um pouco mais ativos) defende e confia no que acredita, no que foi convencido, no que impressionou a mente e impulsionou a vislumbrar as coisas por um viés diferente.
É impossível fazer avaliações sobre pessoas distantes, desconhecidas, mas podemos identificar linhas de pensamento ou pequenos sinais de que uma bandeira está sendo erguida – mesmo que sutilmente – em algumas conversas, ou textos.
Quem ouve ou lê, com um pouco de capacidade de interpretação, pode perceber convicções e credos. Quando eu leio, também gero meus conceitos prévios sobre alguém!
Contudo, há um lado ruim nisso, é quando as idéias conflitam entre si, havendo discordância e pessoas, desonestas consigo e com seu grupo de discussões, dão início a ataques frontais, citações pessoais e acusações. No tema “igreja”, as frases mais comuns são: “acho que o amado irmão está chateado!” “Suas palavras são frutos de uma alma ferida”. “Querido, você foi magoado pela igreja, mas a igreja é como a Arca de Noé, está cheia de animais”. “Abençoado, você se revoltou contra o sistema”.
Por favor, quanto blah, blah, blah! Repetições desse tipo são falácias e desviam o foco das discussões que visam promover novas idéias, apontando supostos defeitos na vida do observador.
Na história da igreja, essa prática imoral sempre foi muito comum! O próprio Jesus, mesmo sendo uma bênção, foi acusado de viver entre um povo de baixo nível e de ser um beberrão. Martin Luther King fez uma grande revolução social, mas até os dias de hoje, é acusado por muitos crentes de ter sido um adúltero, sem vergonha.
Irmãos, o mundo não precisa mais engolir essa linha de pensamento preconceituosa e discriminatória. O mundo precisa de uma igreja viva, livre e, para isto, temos debatido, discutido, temos feito a voz da razão humana – submetida à interpretação histórica e profética da Palavra – ser ouvida por grande parte do povo de Deus, em conferências, blogs, canções etc..
Este é o movimento! Esta é a nossa vez de dar nossa contribuição, trabalhando na formação de uma nova geração de cristãos que pensa, que é capaz de responder à altura das expectativas de um mundo mergulhado em trevas espirituais.
Como disse Pedro: “estando sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.
Chega de falácias, de acusações que tentam minar a credibilidade do que alguém, que pensa diferente de nós, escreveu ou disse. Ninguém está se candidatando a nenhum cargo político, somos todos fragmentos de um todo chamado Igreja. Somos diferentes, pensamos de forma específica, mas somos a manifestação da multiforme graça e sabedoria divina para este tempo.
Ou seja, estamos juntos!


O dono do jogo



Um momento muito proveitoso na vida do ser humano é quando esse chega à consciência de sua finitude. Foi a sabedoria de Salomão que disse que há mais proveito na casa do luto, do que na casa da festa.
Temos muito a aprender com nossa insignificância individual perante o cosmos!

É desafiador saber que a obra de cada pessoa será provada, passando pelo crivo do tempo. Ao homem (indivíduo) é dada a oportunidade de viver e morrer uma única vez e, depois disso, a obra de sua vida será testada pelas novas gerações. Seu fruto permanecerá, ou simplesmente apodrecerá!

A igreja é um fenômeno explicável. Geração após geração, ela fica, permanece, está aí, solidificada como uma árvore milenar com raízes firmadas na Cruz e um tronco que espalha seus galhos por cada tempo, era, estação, lugar, cultura... impressionante!!
Mas como?

A diferença da Igreja é que ela não está sozinha, não é humana e não depende somente de quem defenda seus ideais. Ela é consolidada pela presença do Espírito que lhe foi legado pelo Senhor.
Não temos que ficar passando idéias e tradições pras próximas gerações (embora o façamos), pois o Espírito conduz cada geração santa e escolhida ao cumprimento exato de seu papel.

No campo das idéias, podemos não ser os mais evoluídos; nossa filosofia não é das melhores; não somos os mais inteligentes; nossa arte parece não ser tão boa quanto a dos "filhos das trevas", mas nosso Espírito é forte, pois ele vem de Deus e os que amam a Deus, cumprem seu projeto cabalmente, realizando a obra necessária - ainda que de forma inconsciente, às vezes - para que a Igreja esteja sempre aqui, testemunhando o Evangelho diante de cada geração humana no Planeta.

É como um jogo de xadrez, somos as peças e Deus o jogador. Ele já venceu e nós somos usados segundo sua sabedoria. Sejamos cavalos, bispos, torres... alguns de nós são sacrificados, outros fazem jogadas incríveis que entram para a história, mas a jogada brilhante é dEle, a Glória é dEle, tudo é dEle e nós, as peças, estamos confiantes e seguros em suas mãos.

Que privilégio!

Sim, devemos julgar!



Constituíram reis sem minha aprovação, e chefes sem meu conhecimento. Fizeram para si ídolos de sua prata e de seu ouro, para a sua própria perdição”. Oséias 8:4

O capítulo 8 do livro de Oseias traz uma frase conhecidíssima por qualquer pessoa, mundo afora: “semearam ventos, colherão tempestade” (Oséias 8:7).

Esse era o quadro do Israel naquele momento! Um povo que se prostituiu, abandonou seu Deus, desviando-se de seu chamado e propósito de vida e que agora estava prestes a colher os frutos amargos de sua apostasia.

Na igreja, “a assembléia dos primogênitos” (Hebreus 12:23), a situação parece não ser diferente.

Se no passado do povo hebreu, muitas decisões eram tomadas a partir da prática de “lançar sortes”, com o Urin e Tumin, na Igreja Primitiva, com a descida do Espírito Santo sobre os chamados, as decisões passaram a ser tomadas pelo conselho dos ministros.
Alguns exemplos disso são o Concílio de Jerusalém (Atos 15), em que definiram sobre temas importantes como a circuncisão de gentios, comer ou não alimentos consagrados aos ídolos e, também, a separação e o envio de missionários, conforme Atos 13, onde Saulo e Barnabé são consagrados ao seu apostolado pelo Espírito, através de profetas e mestres ungidos.

De fato a liderança do Espírito Santo sobre o povo de Deus é a única garantia de uma jornada firme nos trilhos estabelecidos pelo Senhor para nós e, biblicamente, essa liderança se dá através dos ministérios que atuam debaixo da unção e inspiração desse mesmo Espírito.
O fato que lança dúvida sobre essa situação é a presença indispensável de pessoas comuns agindo e servindo como interlocutores de Deus, pelo Espírito. Ora, pessoas são naturalmente indignas de uma cega confiança, pois a própria Bíblia nos adverte que o “coração dos homens é enganoso e desesperadamente corrupto” (Jeremias 17:9), no entanto, nosso maior desafio em dias de irremediável corrupção das instituições humanas é fazer uso pragmático da prática bíblica de “julgar as profecias”.

Paulo exortou a igreja a “Não desprezar as profecias, mas examinar tudo, abraçando o que é bom”. (I Tes. 5:20-21) e ainda, “quanto aos profetas, falem dois ou três, e os outros julguem”, I Cor. 14:29.
O problema é que, obedecendo a algum tipo de ordem que não vem da Bíblia, os evangélicos de hoje aprenderam que não devem julgar nada, nem ninguém, sob risco de ser condenados por alguma maldição.
Talvez estejam baseados, mesmo que equivocadamente, nas palavras do próprio Senhor, que diz: “Não julgueis, e não sereis julgados”, de Mateus 7:1. Contudo, é necessário compreender que o texto fala claramente de hipocrisia religiosa e não de buscar entendimento espiritual, o que só pode ser alcançado com estudo disciplinado e debate, ou seja, julgando, questionando, inquirindo.
Certamente, foi por essa razão que Jesus nos advertiu, dizendo “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça” - João 7:24.

Ou seja, devemos ‘sim’ julgar, contudo de forma reta, justa, inspirada e não de acordo com preconceitos solidificados em anos e anos de tradições incongruentes.
Vivendo alheios a esta revelação, que visa a busca pela justiça e pelo estabelecimento pleno da vontade de Deus sobre a Igreja, levantamos líderes e governantes que não foram aprovados por Deus; e levantamos bispos, apóstolos e pastores sem o seu conhecimento. A história fica ainda pior quando começamos a utilizar o ouro e a prata adquiridos em nossa prosperidade para fabricar ídolos que serão a nossa perdição.

É disso que Oseias 8:4 está falando! De nossa independência de Deus, de nossas atitudes loucas, baseadas em conceitos autoritários, como se não tivéssemos que prestar contas a ninguém. Administrando a igreja ao nosso modo, realizando nossas convenções hipócritas, apertando as mãos e dando tapinhas nas costas uns dos outros em negociatas e alianças políticas, nos prostrando diante dos ídolos da música que nós mesmos criamos e dos profetas que não falam da parte de Deus.

Enfim, estamos plantando vento e colheremos uma tormenta e tormentos.

Ódio aos ímpios



Amar os ignorantes é um desafio grande pra todos nós! O próprio Deus, inclusive, desconsidera o tempo da ignorância das pessoas, não condenando-as sem antes proporcionar oportunidade de arrependimento e reconciliação (veja Atos 17:30).

Nossa função, como testemunhas de Jesus e geração de Deus para nosso tempo, é compartilhar sua bênção, servindo como laços do amor divino, atraindo as pessoas a Ele.

Está escrito assim: “Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis” (Rm 12:14)  e em outra oportunidade: “quem ama aos outros cumpriu a lei” (Rom. 13:8). Judas, irmão do Senhor escreveu: “Misericórdia, e paz, e amor vos sejam multiplicados” (Judas 1:2).

É nesta matemática espiritual que devemos viver nossos dias aqui na terra, tendo os atributos divinos da misericórdia, da paz e do amor multiplicados em nossas vidas.
Entramos em pé de guerra com as pessoas de nosso tempo, pois as mesmas são iconoclastas, não apresentam o menor temor pelas coisas sagradas, são irreverentes e, o que é pior, parecem não acreditar em nada.

Tratando da juventude brasileira, aliás, a iconoclastia faz parte de sua alma adolescente, sedenta por revoluções, sem compreender, contudo, qual bandeira levantar.
“Kamikazes incapazes de ir à luta, quase livres, o que é pior do que prisão”, como cantou Humberto Gessinger.
Mas de minha parte, como testemunha de Cristo - o maior revolucionário que pisou no planeta e que tem nas mãos a bandeira mais preciosa que já foi erguida, a do amor ágape - sinto-me desafiado a não simplesmente criticar os meninos e meninas deste tempo. Eles são como qualquer jovem e adolescente sempre foi em qualquer outro momento da história, obviamente, com suas particularidades do mundo contemporâneo.

Enquanto o meu evangelho não se apresentar como uma bandeira digna de ser empunhada por esta geração, que só tem visto corrupção, intolerância e preconceito em minha instituição, a igreja, torna-se impossível que experimentemos o que os irmãos do primeiro século viveram, os quais “cativavam a simpatia de todo o povo”, em seus dias, conforme Atos 2:47.
Pensem bem! Se fizermos uma análise do conteúdo e formato de nossa pregação, de maneira geral, ela se pareceria mais com o cristianismo das cruzadas ou com o cristianismo dos apóstolos (falo dos originais)?

Amaldiçoar pessoas que não sabem diferenciar a mão direita da esquerda e tentar advogar a causa de Deus diante de um mundo corrupto e alucinado é uma prática equivocada. O que me parece é que estamos pensando apenas em nós mesmos e na preservação de nossos padrões morais (particulares), além da manutenção dos direitos de nossas instituições.
Isso me lembra Jonas, que não tinha o menor interesse de ver os ninivitas arrependidos, antes, desejava que eles se ferrassem.

- Danem-se os demais povos da terra, aqueles gentios, ímpios e incircuncisos que não temem ao nosso Deus.  Eu quero mesmo é curtir a sombra da aboboreira com a qual Jeová Jiré me abençoou. Acredito que era mais ou menos assim que Jonas pensava!

Dê uma lida no livro de Jonas, são apenas 4 capítulos e vale a pena ver o quanto somos egoístas e o pouco que conhecemos a bondade e a graça do coração de Deus com relação ao mundo que se perde e só se perde por nossa causa.

O Evangelho sobrevive do primeiro amor




“...hoje como sempre, Cristo será glorificado no meu corpo {tenho toda a certeza disto}, quer pela minha vida quer pela minha morte. Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. Mas, se o viver no corpo é útil para o meu trabalho, não sei então o que devo preferir. Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor; mas, de outra parte, continuar a viver é mais necessário, por causa de vós... Persuadido disto, sei que ficarei e continuarei com todos vós, para proveito vosso e consolação da vossa fé”. Filipenses 1:20-25

O Evangelho sobrevive de “primeiro amor” em “primeiro amor”. É como um parasita que só subsiste em ambientes onde consegue dominar os sentimentos e a razão daquele que o confessa. Não existe como acreditar no Evangelho pela metade, ou somente vivê-lo em pedaços, como se ele fosse uma filosofia ou uma religião a que decidimos aderir. Viver mais ou menos o Evangelho e ficar empoleirado sobre o muro que o divide com a Babilônia é viver uma mentira cega e hipócrita, é ser enganado por um sofisma do anti Cristo.

O Evangelho é tudo ou nada! Ele se torna o último pão do faminto, a luz no fim do túnel do desesperado, a água no deserto escaldante do sedento. Quando enxergamos claramente o aC/dC de nossa existência pessoal, entendemos o que significa o Alfa e o Ômega, ou seja, o princípio e o fim da vida da gente. Pra nós, cujas vidas se resumem a Cristo e sua vontade, a morte chega a ser lucrativa, como disse Paulo (aquele sim, um homem Cristão).

Mas a quem assistimos hoje, ocupando os púlpitos das igrejas do Brasil? Vemos uma geração de gente que nem lê mais a Bíblia, não se incendeia mais com a chama do pietismo que inflamou gente como Wesley, desencadeando despertamentos espirituais em nações e até continentes inteiros. Hoje, vemos uma série bisonha de apologetas, exegetas e profetas que pregam baseados no deus de suas próprias barrigas.
Gente que, pelo status adquirido no curso “superior” de suas convenções, são autorizados a cobrar do rebanho de Cristo o seu “merecido” salário. Esteja ele falando da parte de Cristo, ou não, sendo um verdadeiro cristão, ou não, o que importa é que ele cumpriu com as exigências da convenção. Sendo alguém que sabe entreter o público e tendo o charme capaz de atrair as pessoas, deixando-as à vontade nos domingos de noite, naquele período de tempo que transcorre um pouco antes dos gols do fantástico, quando tomarão seus copos gelados de Coca-Cola e comerão aquele maravilhoso pedaço da lasanha que sobrou do almoço.

Sim, irmãos! Muitos cultos evangélicos se tornaram tão focados na auto satisfação humana - que agrega também a sensação de cumprimento do dever religioso - que a “passada” na igreja é algo que não serve para mais nada além do que dar um palco para alguns pseudo pastores apaixonados por suas próprias vozes e argumentos. Pior ainda, quando os mesmos pensam que o púlpito é seu karaokê pessoal, com platéia e tudo, onde podem cantar, desafinados, suas canções favoritas, que todo mundo engole de qualquer jeito mesmo.
Triste a visão que tenho desse universo gospel que entra uma vez mais em uma “era do gelo”. Isso tão pouco tempo após termos vivido um grande movimento espiritual de renovação profética, na recente revolução da música cristã de louvor e adoração.

Eu, particularmente, penso que a razão de mais este fracasso que amargamos como igreja no Brasil (embora muitos vejam a igreja brasileira como um sucesso explosivo) está na falta de uma reformulação no pensamento estrutural do Corpo. Aquele antigo e batidíssimo axioma “odres novos, para o vinho novo” ainda não foi completamente compreendido, ou melhor, taparam seus olhos e ouvidos para o que o Espírito vem dizendo há muito tempo à igreja sobre sua antiquada, romanista e pagã estrutura que divide o mundo em duas castas, o clero e o laicato.

Conversa pra outra postagem, mas minha tristeza está no fato de que fica cada vez mais difícil assistir aos cultos.

Uma visão de namoro - Livro


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O diário de um inconformado - download livro


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Equilíbrio!



“Equilíbrio não é andar sobre um muro, isso é não querer envolver-se com nenhuma das partes.
Um bom exemplo para equilíbrio é andar de bicicleta,
ou seja,
o equilíbrio se dá pelo movimento!
Podemos ir e continuarmos equilibrados, em movimento.
Só caímos quando paramos de nos movimentar...”

Moises Brasil Maciel
Ministro do Evangelho

Se um dia entender o q é o amor, me explique...

Prisma



O verdadeiro saber não julga o que não consegue entender
Se não há resposta para ti, talvez haja uma para mim

Se você não consegue ver existe um lado que crê
Capaz de ir numa nova dimensão e chegar além do coração

Atrás do muro existe um novo lugar
De onde eu posso confessar:
Existem coisas que eu não sei explicar!
Com a nova lente o prisma vai refracionar
E revelar novas cores que haviam dentro de uma só luz

A nova mente não vê que novamente já viu.
Que se transforma e reforma o informal
Na reforma da guerra mental
A língua de Deus não é a fala global
Nem a interpretação de um ‘são’ qualquer
Ou de um guia espiritual

Atrás do muro existe um novo lugar
De onde eu posso confessar:
Existem coisas que eu não sei explicar!
Com a nova lente o prisma vai refracionar
E revelar novas cores que haviam dentro de uma só luz

rafa - reparadores

O princípio da dependência



Quem entrega sua vida a Jesus nunca deixa de depender de Deus. O que está escrito “fomos comprados por preço”, pressupõe que não nos pertencemos mais. Como escravos, fomos colocados num mostruário e Jesus olhou pra nós, gostou dos ‘nossos dentes’, viu que seríamos úteis ao seu projeto e investiu seu sangue em nossas vidas. Não somos mais de nós mesmos! Um escravo sempre depende de seu Senhor. Nós somos funcionários de sua fazenda e nos esforçamos para fazer o que nos compete, trabalhando abnegadamente para que os fins desejados sejam atingidos. Sei que esses conceitos de escravidão, dependência, trabalho forçado são altamente fora de contexto pros nossos dias.

Hoje vivemos no tempo da independência e da liberdade e, ainda que tais conceitos sejam tão complexos de se definir e explicar, estou certo de que ser escravo e dependente de Jesus não parecem ser coisas adequadas à vida moderna.
Na minha história pessoal tenho aprendido muito sobre essas questões e venho passando por grandes aulas de dependência e entrega abnegada ao evangelho. Uma das lições mais interessantes sobre a dependência me foi ministrada num dia fatídico, lá no longínquo ano de 2002 (nossa! já faz um tempão).

Havia menos de um ano que eu tinha saído de um emprego muito bom, deixando pra trás um excelente salário e ótimas perspectivas de futuro para ser missionário num projeto em que ganharia R$300 por mês, mais uma ajuda de custo da igreja no valor de R$100 e uma casa pra morar com minha esposa. Entramos por aquela porta com muita fé e disposição, mas passamos por algumas dificuldades.
Todos os meses, eu deveria ir até a assistência social da igreja para pegar um “rancho” (cesta básica), mas eu ficava altamente incomodado com aquilo. Ora, meses antes, eu ia ao supermercado e fazia compras sem a menor preocupação com o valor, enchia o carrinho com coisas supérfluas e saborosas e simplesmente passava meu cartão de crédito, ou utilizava os muitos ticktes que ganhava da empresa, mas agora deveria receber alimentos doados pelos irmãos.

Como eu trabalhava na igreja, a moça que nos atendia na assistência social, não me dava uma sacola fechada com vários itens, ao contrário, perguntava o que eu queria levar. Era só escolher, colocar o que precisasse nas sacolas e levar embora. Foi numa daqueles desconfortáveis manhãs diante da adolescente da assistência social da igreja que Deus me fez entender o princípio da dependência.
No supermercado, eu fazia a mesma coisa, ou seja, escolhia os itens que julgava necessários e colocava no carrinho, porém, no final das compras, diferentemente da assistência que recebia, sacava meu cartão de crédito e pagava. Ao pagar, ao possuir, ao ter, desenvolvemos uma sensação de controle da situação. Ainda que seja uma sensação falsa, enganadora, quando temos o dinheiro – ou o crédito – pensamos ter o controle nas mãos. O que eu já sabia intelectualmente, mas ainda não havia percebido na carne, era que sempre foi Ele pagando minhas contas, me dando um salário, me ensinando a crescer na vida.

Ao compreender o princípio da dependência, entendi que com ou sem dinheiro, pagando ou não pagando, tudo o que tenho é dEle, procede dEle e poderia ser usado para a Glória dEle. Em algumas situações, acabamos nos esquecendo disso e perder o controle, passando a depender de Deus, se torna uma lição maravilhosa que nos conduz à humildade e ao quebrantamento.

Hoje, não trabalho mais na igreja, mas continuo servindo com o mesmo senso que adquiri faz 10 anos. Faço meus trabalhos ganhando algum dinheiro escrevendo, compondo jingles, produzindo CD´s, tocando e pregando o Evangelho, com o que ganho algumas ofertas das igrejas. Agradeço a Deus pelos talentos que me deu, os quais tenho usado pra pregar a Palavra e ainda ganhar uma grana, de vez em quando, mas trabalhando como freelancer, muitas vezes, tenho dificuldades de receber (quem é freela sabe bem do que falo), ou seja, nada mudou!
Continuo dependendo dEle, como sempre foi. A missão é a mesma, continuo escravo do meu Senhor, pois me submeti de coração a isto, no entanto, sigo confeccionando minhas tendas, sem o menor controle da minha vida. Fazendo sempre a minha parte, declarando com confiança que prefiro os R$100 reais que vêm da mão de Deus, do que qualquer outra soma com a qual possa me auto justificar, ou sentir-me independente.